terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Não me diga o que fazer
Aquela vontade de sair atropelando você por palavras chulas. De quebrar qualquer objeto que esteja à frente. Você não pode simplesmente gritar comigo como se tivesse alguma moral, sobre os meus problemas, ou atitudes. Cale-se. Suas palavras não valem, assim como o seu caráter. Chegou atrasado pra ajudar, não tem direito de me dizer o que fazer. Por favor, se retire. Sua presença já está incomodando. Saia por aquela porta assim como entrou, rápido demais. Invente uma desculpa qualquer, suma, e nem pense em me chamar pra ir contigo. Mas que cara dura. Eu não vou te acompanhar a lugar algum.
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